Acabei de completar 50 anos (quando comecei, agora já vou para 58) resolvi escrever este blog para pensar no assunto, discutir o que é envelhecer, verificar alternativas saudáveis , testar produtos e tratamentos de beleza. O que fazer para que esta seja uma nova e boa fase na minha vida.
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
Rosácea- testando bio-oil
Tenho rosácea, encontrei no site Minha Vida esta definição:"A rosácea é uma doença de pele comum, cujos sintomas envolvem áreas de vermelhidão na pele e lesões inflamadas, especialmente nas bochechas, nariz, testa e queixo. Muitas vezes começa entre as idades de 30 e 50 anos e afeta mais mulheres do que homens".
Minha pele é boa mas tenho tentado acabar com essa rosácea sem solução, melhora muito com um produto para pele sensíveis da ADCOS mas o efeito é cosmético, minha dermato disse que está muito ligado a stress e piora nos dias frios.
Ganhei da representante da Bio-oil , Flavia Kilsan este produto que começo a testar hoje.
Marcadores:
bio-oil,
pele,
rosácea,
vermelhidão.
domingo, 23 de agosto de 2015
quinta-feira, 20 de agosto de 2015
Pintando os cílios
Acordei muito incomodada com os meus cílios, no processo de ficar mais velha , além do meu cabelo e sobrancelhas, eles estão ficando brancos. Isso exige rímel diariamente mas nem sempre você está com vontade de usar ou vai malhar e borrar. Liguei para a minha mega esteticista Vallery Tibério e perguntei se ela poderia pinta-los.
Então, está aí o resultado, quando acordei e depois da aplicação da tinta Refecto Cil. Não faça isso em casa com qualquer produto pois pode te dar a maior alergia. Da para ver que dei um up na sobrancelha tb,
Vou colocar o processo para vocês verem como é simples e rápido, ela disse que em loiras a tintura fica ainda mais marcante.
Marcadores:
cílios,
pintura,
Refecto Cil,
sobrancelhas
quarta-feira, 19 de agosto de 2015
DIA DO CICLISTA
Hoje é dia do ciclista, 19 de agosto, eu adoro andar de bike e no começo do ano um neurocirurgião disse que eu não andaria mais, por conta de uma hernia de disco que em dezembro passado me travou.
O primeiro médico, na linha açougueiro, disse que tudo se resolveria com meia duzia de parafusos nas costas.
Aí, você saí procurando alternativas, já que cirurgia não era uma opção.
Meu ortopedista, (por que depois de certa idade, é bom você ter um bem próximo, por que se não é o ombro, é o joelho, ou outro osso qualquer) já me tranquilizou, eu ia sim voltar a andar de bike, sem grandes sacolejos, mas ia voltar. Injeções(não gosto nem da palavra) nas costas, homeopatia alemã, deu certo com o ombro, ia dar certo com a hernia maldita.
Por indicação, cheguei em um massagista, ele assim se intitula, colocou uma vizinha de volta a vida de academia , caminhadas e tudo mais. Se eu contar o que é uma sessão com ele, vocês vão chorar, é o que faço sempre. Doí muito. Depois melhora. Comecei fazendo uma sessão por semana, depois quinze dias e agora de mensalmente.
Vou dizer uma coisa , é só para os fortes.
Por fim, estou melhorando, semana passada voltei a pedalar o que me deu enorme alegria. Pedalar é um bom exercício, , bicicleta é um bom meio de locomoção.
Vou voltar
Resolvi voltar a escrever no meu blog, o tempo está passando, estou ficando mais velha, já pertinho dos 58,
e a população brasileira vai envelhecendo, diferente do passado , com maior expectativa de vida.
Acredito que escrever , falar sobre isso seja bem legal.
Claro, beleza também que ninguém quer ser a velhinha feia. Então, vou falar das novidades , tratamentos, tudo para mantermos a saúde e a boa aparência.
Espero que gostem.
domingo, 6 de setembro de 2009
Hipertensão pode levar a problemas de memória
Sábado, 5 de setembro de 2009, 20h08 Terra
Hipertensão pode levar a problemas de memória
A hipertensão pode levar a infarto, acidente vascular cerebral e insuficiência renal terminal. E, de acordo com pesquisa publicada na revista Neurology, da Academia Americana de Neurologia, também está ligada à maior propensão de desenvolver déficit cognitivo (de conhecimento) e problemas de memória e de habilidade de pensamento em quem está na meia-idade.
O estudo envolveu cerca de 20 mil pessoas a partir de 45 anos que nunca haviam tido um AVC ou mini-AVC. Desse total, 49,6% tomavam medicamentos para pressão alta e 7,6% apresentaram prejuízo cognitivo.
Os resultados apontam que a pressão diastólica elevada (menor número da leitura da pressão) leva ao enfraquecimento de pequenas artérias do cérebro, o que pode resultar no desenvolvimento de áreas de lesão cerebral. Para cada aumento de 10 pontos na leitura, as chances de ter problemas cognitivos se mostraram 7% mais altas.
"É possível que, com a prevenção ou o tratamento de pressão alta, nós poderíamos evitar o prejuízo cognitivo, que pode ser um precursor para a demência", disse o autor do estudo, Georgios Tsivgoulis, da Universidade do Alabama em Birmingham e membro da Academia Americana de Neurologia, ao site Science Daily.
Os cientistas avisam que mais pesquisas são necessárias para confirmar a relação entre hipertensão e os problemas cognitivos.
Hipertensão
Os adultos são os mais atingidos pela hipertensão - cerca de 30%, como informa a Sociedade Brasileira de Hipertensão. Mais de 50% das pessoas na faixa da terceira idade têm pressão alta. No Brasil, a doença é responsável por 40% dos infartos, 80% dos acidentes vasculares cerebrais e 25% dos casos de insuficiência renal terminal.
As dicas de prevenção e controle da patologia são manter uma alimentação equilibrada, evitar a obesidade e o sedentarismo, medir a pressão pelo menos uma vez por ano, reduzir o consumo de álcool (se possível, abandoná-lo), deixar de lado o tabagismo e não se estressar. Vale lembrar que os hipertensos não podem parar o tratamento, que é para a vida toda.
Hipertensão pode levar a problemas de memória
A hipertensão pode levar a infarto, acidente vascular cerebral e insuficiência renal terminal. E, de acordo com pesquisa publicada na revista Neurology, da Academia Americana de Neurologia, também está ligada à maior propensão de desenvolver déficit cognitivo (de conhecimento) e problemas de memória e de habilidade de pensamento em quem está na meia-idade.
O estudo envolveu cerca de 20 mil pessoas a partir de 45 anos que nunca haviam tido um AVC ou mini-AVC. Desse total, 49,6% tomavam medicamentos para pressão alta e 7,6% apresentaram prejuízo cognitivo.
Os resultados apontam que a pressão diastólica elevada (menor número da leitura da pressão) leva ao enfraquecimento de pequenas artérias do cérebro, o que pode resultar no desenvolvimento de áreas de lesão cerebral. Para cada aumento de 10 pontos na leitura, as chances de ter problemas cognitivos se mostraram 7% mais altas.
"É possível que, com a prevenção ou o tratamento de pressão alta, nós poderíamos evitar o prejuízo cognitivo, que pode ser um precursor para a demência", disse o autor do estudo, Georgios Tsivgoulis, da Universidade do Alabama em Birmingham e membro da Academia Americana de Neurologia, ao site Science Daily.
Os cientistas avisam que mais pesquisas são necessárias para confirmar a relação entre hipertensão e os problemas cognitivos.
Hipertensão
Os adultos são os mais atingidos pela hipertensão - cerca de 30%, como informa a Sociedade Brasileira de Hipertensão. Mais de 50% das pessoas na faixa da terceira idade têm pressão alta. No Brasil, a doença é responsável por 40% dos infartos, 80% dos acidentes vasculares cerebrais e 25% dos casos de insuficiência renal terminal.
As dicas de prevenção e controle da patologia são manter uma alimentação equilibrada, evitar a obesidade e o sedentarismo, medir a pressão pelo menos uma vez por ano, reduzir o consumo de álcool (se possível, abandoná-lo), deixar de lado o tabagismo e não se estressar. Vale lembrar que os hipertensos não podem parar o tratamento, que é para a vida toda.
terça-feira, 5 de maio de 2009
Dos 8 aos 80, as melhores atividades físicas para a mulher
É inquestionável que todas as pessoas necessitam de movimentação física, mas nada melhor do que conhecer as particularidades de cada um para personalizar as ações e ter mais benefícios. Portanto, seja pela idade ou pelo sexo, existem diferenças que merecem atenção.
Na infância, muitas brincadeiras e esportes são comuns aos meninos e meninas, mas a capacidade física, gosto pela atividade e intensidade dos esforços serão diferentes. Para as mulheres, a atividade física na fase da infância deve ser mais de recreação e iniciação ao esporte escolhido. Devem ser evitados exercícios de musculação e treinamentos muito cansativos, como os observados na natação competitiva. Esta atenção auxilia no crescimento e desenvolvimento saudável desta fase.
Já a partir da adolescência e na idade adulta, com o desenvolvimento corporal mais estabelecido, torna-se fundamental para a mulher manter uma movimentação mais intensa, para melhorar o condicionamento físico e prevenir doenças que já começam a se relacionar com o sedentarismo. Corrida, caminhada, ciclismo, condicionamento físico e esportes com bola podem ser bem adequados e benéficos, inclusive porque são ótimas alternativas para o gerenciamento do estresse e melhora da qualidade de vida.
Ainda na fase adulta, com a possibilidade de engravidar e ser mãe, a atividade física também é importante antes, durante e depois da gestação. Adequando as cargas de esforço durante os exercícios com a sobrecarga física e emocional próprias desse período, o resultado será uma saúde estável e um ótimo pique.
Já na idade próxima da menopausa, não devem ser esquecidos os exercícios de musculação, aeróbios e de flexibilidade. Nesta fase, pela deficiência de alguns hormônios femininos, existe uma tendência à diminuição de força muscular e uma menor proteção do organismo da mulher aos riscos de doenças cardiovasculares e metabólicas, como o diabetes. Portanto, manter o corpo em forma e em movimento dará a segurança necessária para uma vida muito ativa.
Na idade mais madura, não é tempo de parar, porque a movimentação do corpo mantém a mulher ainda mais saudável e menos propensa às doenças comuns da maturidade. Apesar de uma força muscular diminuída em relação à juventude, é possível manter o vigor físico e mental compatíveis com esta fase da vida. Um bom programa de condicionamento, exercícios aeróbios como natação, caminhada, corrida e ciclismo, musculação e flexibilidade ajudam a mulher a preservar sua saúde e superar desafios.
Fonte: Páblius Staduto Braga Silva, médico do Esporte e coordenador de atividade física da área de Gestão de Saúde do Fleury
Na infância, muitas brincadeiras e esportes são comuns aos meninos e meninas, mas a capacidade física, gosto pela atividade e intensidade dos esforços serão diferentes. Para as mulheres, a atividade física na fase da infância deve ser mais de recreação e iniciação ao esporte escolhido. Devem ser evitados exercícios de musculação e treinamentos muito cansativos, como os observados na natação competitiva. Esta atenção auxilia no crescimento e desenvolvimento saudável desta fase.
Já a partir da adolescência e na idade adulta, com o desenvolvimento corporal mais estabelecido, torna-se fundamental para a mulher manter uma movimentação mais intensa, para melhorar o condicionamento físico e prevenir doenças que já começam a se relacionar com o sedentarismo. Corrida, caminhada, ciclismo, condicionamento físico e esportes com bola podem ser bem adequados e benéficos, inclusive porque são ótimas alternativas para o gerenciamento do estresse e melhora da qualidade de vida.
Ainda na fase adulta, com a possibilidade de engravidar e ser mãe, a atividade física também é importante antes, durante e depois da gestação. Adequando as cargas de esforço durante os exercícios com a sobrecarga física e emocional próprias desse período, o resultado será uma saúde estável e um ótimo pique.
Já na idade próxima da menopausa, não devem ser esquecidos os exercícios de musculação, aeróbios e de flexibilidade. Nesta fase, pela deficiência de alguns hormônios femininos, existe uma tendência à diminuição de força muscular e uma menor proteção do organismo da mulher aos riscos de doenças cardiovasculares e metabólicas, como o diabetes. Portanto, manter o corpo em forma e em movimento dará a segurança necessária para uma vida muito ativa.
Na idade mais madura, não é tempo de parar, porque a movimentação do corpo mantém a mulher ainda mais saudável e menos propensa às doenças comuns da maturidade. Apesar de uma força muscular diminuída em relação à juventude, é possível manter o vigor físico e mental compatíveis com esta fase da vida. Um bom programa de condicionamento, exercícios aeróbios como natação, caminhada, corrida e ciclismo, musculação e flexibilidade ajudam a mulher a preservar sua saúde e superar desafios.
Fonte: Páblius Staduto Braga Silva, médico do Esporte e coordenador de atividade física da área de Gestão de Saúde do Fleury
Assinar:
Postagens (Atom)

